No dia 6 de abril, terça-feira, o Centro Ruth Cardoso, em conjunto com o Artesanato Solidário/ArteSol, realizou o seminário “ArteSol 12 anos: experiência e perspectivas”.

Segundo seminário realizado pelo Centro, o evento teve por objetivo apresentar e discutir a trajetória do ArteSol ao longo de seus 12 anos de atuação e, a partir daí, trazer ao debate suas perspectivas de trabalho e refletir como, e se, a tecnologia social pode ser multiplicada com projetos sustentáveis, nas dimensões econômica, social e ambiental.

O antropólogo Antonio Augusto Arantes, que colaborou para a estruturação da organização e faz parte de seu Conselho Consultivo, fez um breve resgate histórico do ArteSol e apresentou um perfil socioeconômico dos artesãos participantes e de suas famílias, focando a participação da atividade artesanal na composição da renda familiar e na reprodução social, com base em levantamentos realizados em 2002, 2005 e 2010.

Essa exposição foi objeto de debate que, mediado pela arquiteta Regina Meyer, envolveu a economista Priscilla Albuquerque Tavares, o biólogo André de Castro Cotti Moreira e a socióloga Thereza Lobo.

Priscilla Tavares analisou as transformações socioeconômicas ocorridas nas diferentes regiões de atuação do ArteSol; a participação de André Moreira teve como foco os impactos socioambientais da atividade artesanal e sua sustentabilidade; e Thereza Lobo contribuiu explorando as interfaces e possíveis articulações entre os programas da RedeSol, reunidos pelo Centro Ruth Cardoso.

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