O projeto “Artesanato, geração de renda e sustentabilidade ambiental: Chapada Gaúcha e Buritis” foi realizado de a gosto de 2008 a fevereiro de 2010.

Visitas realizadas no município de Buritis pela equipe do Artesanato Solidário/ArteSol entre os dias 21 a 23 de agosto e 17 a 19 de setembro de 2008 identificaram poucas manifestações de artesanato de tradição no município. Entre as manifestações encontradas, podemos destacar móveis, caixas e brinquedos de buriti.

A equipe do Artesanato Solidário/ArteSol fez diversos contatos com organizações locais com o intuito de estabelecer parcerias para a realização do projeto. Entre os contatos realizados, destacamos o apoio do Instituto Estadual de Florestas (IEF), órgão responsável pela regulamentação da retirada do buriti e orientador do manejo da matéria-prima para artesãos ao longo do projeto. Também foram estabelecidos contatos com representantes da Prefeitura Municipal de Buritis.

Informações preliminares obtidas em campo indicavam a possibilidade de se fomentar a produção de artesanato na tipologia “brinquedos”. A produção nessa tipologia foi desenvolvida e, ao longo dos 18 meses de projeto, os artesãos demonstraram também um grande interesse pela tipologia “entalhe em madeira”. Como resultado, esse grupo apresentou uma linha de produtos definida, nas tipologias “brinquedos” e “entalhe em madeira”, com barquinhos de madeira, carros de boi, revisteiros e porta-retratos.

O artesanato de tradição em Chapada Gaúcha, de acordo com informações obtidas em campo, tinha como principais ocorrências as tipologias “trançados e cestarias” e “brinquedos”. Essas tipologias utilizam o buriti como matéria-prima.

Visitas realizadas no município de Buritis pela equipe do Artesanato Solidário/ArteSol entre os dias 21  a 23 de agosto e 17 a 19 de setembro de 2008 identificaram poucas manifestações de artesanato de tradição no município. Entre as manifestações encontradas, podemos destacar móveis, caixas e brinquedos de buriti.

Foram realizadas entre os meses de agosto de 2008 a fevereiro de 2010 vinte e cinco oficinas, distribuídas de acordo com as necessidades de cada região, essas oficinas abrangiam repasse do saber, aprimoramento e desenvolvimento de produtos, formação de preços, Organização do Trabalho Coletivo Educação ambiental e Saberes populares.

Buscando agregar conhecimento aos grupos, ajudá-los em questões de maior dificuldade e dar suporte para que assim consigam aumentar sua renda e sua auto-estima.

Alem destas oficinas e suporte, o Artesanato Solidário/ArteSol deu total apoio aos grupos em feiras e eventos, como por exemplo: Inauguração da Central Veredas, I Mostra de Economia Regional Sustentável, Feira Internacional de Artesanato, VI Encontro dos Povos do Cerrado, I Mostra da Economia Solidária, I Encontro dos Povos do Cerrado e Povos Indígenas, XXIII Feira nacional de artesanato entre diversos  outros.

As atividades realizadas pelo Artesanato Solidário/Artesol ao longo de 18 meses contemplam de modo satisfatório os objetivos propostos no âmbito do convênio firmado com o SEBRAE/MG.

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