O Seminário Mão na Massa realizado pelo Sesc Piracicaba que aconteceu nos dias 25 a 29 de agosto foi um sucesso de público. A avaliação mostrou que os participantes apreciaram a programação e os temas abordados e mantiveram a frequência no evento.

A ArteSol já fez outras parcerias de sucesso com o Sesc. A afinidade de valores e dinâmica de trabalho entre as duas instituições é marcada por um histórico de bons resultados. Nessa recente parceria com a unidade Piracicaba, a Artesol foi responsável pela curadoria e execução do seminário, que ofereceu: programação diversificada com rodas de conversa, oficinas de experimentação e mostra de objetos artesanais culturais.

Abertura do Seminário

Mais de 100 participantes estiveram presentes na abertura do Seminário que contou com a presença de Cristina Fongaro, do Sesc, falando sobre o programa de valorização social da instituição e com Josiane Masson, coordenadora da Artesol, que falou sobre o trabalho de curadoria e da importância do seminário para o setor artesanal e para a comunidade local da cidade de Piracicaba.

Na sequência, os irmãos Pedro, João Antônio e Aparecida da família Soledade , encantaram a plateia com suas histórias sobre o doces artesanais tradicionais e as festas regionais, como a dança do tambor de umbigada, preservados até hoje no sítio da família.

Os participantes foram saudados com as boas vindas ao seminário, degustando no coquetel os doces e os pães caseiros feitos pela família Soledade, que foram muito elogiados.

Os objetos expostos encantaram e despertaram a curiosidade dos participantes, com técnicas e matérias primas nunca vistas antes, como: brinquedos feitos com a madeira da palmeira miriti, toalhas de mesa feitas em crochê coma fibra do buriti, bonecas de pano tradicionais do nordeste, cestos trançados com diversos tipos de fibras naturais, tecelagem com linha fiada à mão e com tingimento natural, entre outros.

Rodas de Conversa

Nas rodas de conversa as artesãs e os artesãos foram os protagonistas, relatando aspectos de suas histórias de vida, os processos criativos no fazer artesanal e as origens dos conhecimentos das técnicas.  Empreendedorismo, comercialização do artesanato, valorização dos artesãos, políticas públicas, design e gestão foram outros assuntos abordados pelos participantes que interagiram de forma descontraída com os artesãos convidados.

Oficinas

As oficinas aconteceram com o número máximo de participantes, a procura foi surpreendente. O envolvimento com o fazer foi fantástico, harmonioso e muito satisfatório tanto para as artesãs que ministraram a proposta quanto para os aprendizes.

No último dia, houve a vivência da inovadora proposta do Clube de Trocas que demonstrou na prática como é a lógica da moeda social.

Programação e detalhes sobre os artesãos que parciciparam.

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