Artesol é premiada entre as 100 Melhores ONGs 2021

O prêmio promovido pelo Instituto Doar reconhece organizações do terceiro setor por suas boas práticas em quesitos como governança, transparência, comunicação e financiamento.

Bordadeiras da Ilha do Ferro (AL). Foto Tom Alves

A  Artesol é uma das organizações selecionadas pelo Prêmio 100 melhores ongs 2021. Ao todo, foram 1033 inscritos e, após análise de professores, pesquisadores, jornalistas e lideranças sociais, o Instituto Doar anunciou as organizações que mais se destacaram no ano. A lista das ongs premiadas pode ser conferida no site da iniciativa (melhores.org.br).

A cerimônia oficial do Prêmio acontece nessa quinta, 9 de dezembro, com transmissão pelo youtube do Canal Futura. “O prêmio comprova que a Artesol é uma organização transparente e eficiente na causa em que atua. Acredito que a iniciativa tem uma dupla função: ao mesmo tempo que nos faz olhar e avaliar os nossos processos, nos estimula a aperfeiçoá-los e buscar cada vez mais excelência na gestão e perseguir os resultados de impacto”, afirma Josiane Masson, coordenadora executiva da ONG.

Criada em 2017, a premiação, que é a maior do terceiro setor brasileiro, tem como critérios de avaliação a causa das organizações e a performance nos seguintes segmentos: estratégia de atuação, representação e responsabilidade, gestão e planejamento, estratégia de financiamento, comunicação e prestação de contas. Além das 100 melhores ongs já reconhecidas pelo Prêmio, na cerimônia de amanhã será anunciada também a melhor organização de cada estado, a melhor de cada causa, as dez melhores de pequeno porte e a melhor entre elas.

O prêmio é uma iniciativa do Instituto Doar e da agência O Mundo Que Queremos em parceria com o Ambev Voa e a TV Futura.  “Esse momento complicado que estamos vivendo mostra a importância das organizações da sociedade civil. Por isso, o Prêmio funciona como um farol para orientar sobre a captação de recursos e potencializar as ações das organizações com melhores práticas”, afirma Fernando Nogueira, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que coordena o processo de avaliação das concorrentes do Prêmio desde a primeira edição.

 

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